Total de visualizações de página

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Estamos próximos de uma infecção viral alienígena que destruirá a raça humana em 72 horas! será "O HOLOCAUSTO VIRAL ALIENÌGENA".




















Estamos próximos de uma possível infecção viral alienígena o que representa "O HOLOCAUSTO VIRAL ALIENÌGENA" capaz de destruir a raça humana em 72 horas.
Representantes das 10 principais agências espaciais do mundo reuniram-se em Quioto, no Japão, para tentar colocar adiante o Roteiro Global de Exploração, que prevê esforços coordenados para a exploração do espaço no intuito dedescobrir um planeta habitável que sirva de rota de fuga para a raça humana.Durante o ano passado, o Grupo Internacional de Coordenação da Exploração do Espaço (ISECG, na sigla em inglês) desenvolveu uma estratégia de longo prazo para a exploração espacial com a agenda de projetos de construção de estações de combate espacial e destroyes interestrelares(veja postagem anterior).

Ela começa com a Estação Espacial Internacional-(ISS) e expande a presença humana em todo o Sistema Solar na intenção de descobrir um paneta não infectado por uma possível virus alienígena que TERIA INFECTADO e DESTRUIDO a MISSÃO APOLLO 18, pondo fim as missões APOLLO.

Em seu ponto mais audaz, a estratégia prevê missões humanas para explorar a superfície de Marte. A chamada terraformação de marte isso porque a ISS jà apresenta sinais de que alguns dos seus compartimentos já apresentam níveis de contaminação que requer a sua desativação e esterilização seguida de FUGA e ABANDONO dos MÒDULOS da ISS, como vemos a seguir a abortagem e destruição da nave cargueira russa:

A nave de carga russa Progress M12-M, que faria a missão Progress 44 à Estação Espacial Internacional,caiu levando 2,9 toneladas de alimentos, combustível e outros suprimentos para a tripulação de sete astronautas da Estação Espacial - são três russos, três norte-americanos e um japonês.Há duas naves Soyuz acopladas à Estação Espacial, o que garante a descida dos atuais seis tripulantes que estão a bordo.

O calendário original previa a descida de três astronautas no próximo dia 8 de Setembro. No dia 22 de Setembro subiria uma nave com um novo grupo de três astronautas. Os outros três astronautas atualmente na Estação desceriam em 16 de Novembro.O lançamento de 22 de Setembro já foi cancelado, só devendo ocorrer no final de Outubro ou no início de Novembro.

O problema é levar os novos tripulantes, já que a Roscosmos, a agência espacial russa, anunciou que o próximo lançamento será "adiado em várias semanas". Se o problema viral alienígena não for resolvido até 16 de Novembro, a Estação ficará vazia.

Não é recomendável o adiamento do retorno da atual tripulação porque as naves Soyuz são projetadas para permanecerem 200 dias no espaço, e as duas naves salva-vidas estão no limite de sua vida útil.Uma das naves Soyuz atualmente na Estação Espacial foi lançada no dia 4 de Abril, devendo perder a validade no final de Outubro. A outra foi lançada em 7 de Junho e vai "expirar" em Dezembro.

A Roscosmos fará o lançamento de um foguete Soyuz-U, do tipo que apresentou defeito, para testes. Mas a agência afirmou que poderá ser necessário um segundo lançamento, para que se chegue a uma conclusão definitiva sobre o acidente...

O chamado Roteiro Global de Exploração segue essa estratégia, identificando dois possíveis caminhos para o envio de missões tripuladas: "Primeiro a Lua" e "Primeiro um Asteroide" com a intenção de ESTERILIZAÇÃO POR ARTEFATO TERMONUCLEAR´para se evitar a contaminação da terra.

Cada caminho representa um cenário com missões durante um período de 25 anos, descrevendo uma sequência lógica de missões robóticas e tripuladas.Ambas as vias foram consideradas abordagens práticas, considerando metas comuns de alto nível de exploração desenvolvidas pelas diversas agências participantes.

O roteiro também leva em conta que as preferências individuais entre as agências espaciais participantes podem variar em relação a estes dois caminhos.Essa primeira reunião teve como objetivo equalizar as informações e repassar aos parceiros o que cada uma das agências está fazendo e planejando fazer nas áreas de exploração planetária robotizada, desenvolvimento de tecnologias avançadas e utilização da Estação Espacial para a preparação das futuras explorações.

Ficou acordado, que durante as próximas semanas, esta versão inicial do roteiro será finalizada, revisada pelas diversas agências e, finalmente, apresentada ao público.Durante a reunião, as agências também reafirmaram o papel do ISECG para facilitar a adoção de medidas concretas para parcerias que levem a um esforço de exploração de novos planetas a serem habitáveis,coordenado globalmente, funcionando como uma espécie de negociador global.

Outra decisão foi a de incentivar as diversas agências espaciais a trabalharem juntas no fortalecimento dos programas de exploração nacionais e dos esforços coletivos.Os países participantes na reunião foram: Alemanha, Canadá, Estados Unidos, Europa (ESA), França, Itália, Japão, Reino Unido, República da Coreia e Rússia e china.

Nações estas que estão dispostas a um esforço conjunto para fazer frente á uma eminente ameaça alieígena cibernética ou biológica."A ameaça é real e temos que estar preparados para darmos uma resposta de imediato a essas questões,pois se ouver uma invasão alienígena através de um virús em 72 horas a humanidade estaria 99% infectada,isso seria o "HOLOCAUSTO VIRAL ALÌEN" e seria o extermínio da raça humana. o Sec. 21 será marcado não como o séc do combate ao terrorismo global, mas... como o do combate a uma "INVESTIDA ALIENÌGENA" no objetivo da destruição da raça humana.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

O Ministério da Defesa britânico anunciou que obteve sucesso em um projeto que tornava um tanque de guerra,navios de guerra,invisível ao olho humano.














Mantos, tapetes, escudos e até carpetes de invisibilidade tornaram-se bem conhecidos do público desde o início das pesquisas com os metamateriais.

O Ministério da Defesa britânico anunciou que obteve sucesso em um projeto que tornava um tanque de guerra invisível ao olho humano. Ainda que o governo britânico esteja preservando o segredo quanto aos detalhes, divulgou a idéia básica da tecnologia empregada.

O tanque é revestido de silício, o que na prática faz dele uma tela de cinema com grande poder de reflexão. Câmeras de vídeo posicionadas no veículo registram imagens em tempo real do ambiente que o cerca, e projetores exibem essas imagens na superfície do tanque. Para observadores que assistiram a testes secretos conduzidos pelo exército britânico em outubro de 2007, a única coisa visível eram as imagens do terreno projetadas no tanque.

Graças a uma tecnologia britânica, em 2012 as forças armadas talvez possam nos ver sem que as vejamos.

As forças armadas britânicas planejam ter os tanques invisíveis prontos para o combate em 2012, mas a técnica pode ter vida útil limitada devido a algumas dificuldades. As câmeras ou projetores podem apresentar defeitos, e o tanque pode ser visível, de ângulos diferentes. Trata-se de uma maneira complicada e difícil de tornar um objeto invisível. O uso de câmeras e projetores cria uma ilusão de óptica à maneira dos ilusionistas de salão, e o diretor de pesquisa do projeto britânico não está completamente satisfeito com a tecnologia.

"O próximo estágio seria tornar o tanque e navios de combate invisível sem [as câmeras e projetores]", disse o físico John Pendry ao Daily Mail, "o que é intrincado e complicado, mas possível".

Além de Pendry, universidades de todo o mundo e as forças armadas dos Estados Unidos estão explorando as possibilidades de usar técnicas de camuflagem visual de próxima geração que manipulam a luz em si. A Agência de Pesquisa de Projetos Avançados de Defesa (Darpa) - divisão de pesquisa do Pentágono - recebeu aprovação para um projeto de pesquisa que custará US$ 15 bilhões e vai consumir três anos para investigar os ofuscantes urbanos. Esse ambicioso projeto é uma tentativa de criar um escudo protetor para soldados em situação de combate urbano. Um escudo que se abra rapidamente em espaços restritos e proteja um soldado contra o fogo inimigo seria uma grande vantagem, mas a Darpa vai além. O escudo também tornaria invisível o soldado abrigado sob ele, e seria capaz de se auto-reparar, fechando buracos abertos por disparos inimigos.

É isso que os metamateriais são capazes de fazer. Eles guiam a luz em torno de um objeto, em lugar de refletir ou refratar a luz. Assim, para as ondas de luz -e os olhos humanos que as percebem-, o objeto poderia não estar lá. Caso as ondas de luz sejam guiadas pelos metamateriais em um percurso que contorne o objeto, e caso voltem a se reunir por trás dele, retomando o curso original, o objeto tampouco teria sombra. Essa é outras das metas no uso de metamateriais como mecanismos de ocultamento.

O ambicioso projeto da Darpa é criar blindagem para soldados que os tornaria invisíveis - e o mesmo valeria para suas sombras.

Smith é um dentre diversos pesquisadores que estão usando metamateriais para manipular microondas - as ondas eletromagnéticas usadas em um sistema de radar. Para manipular efetivamente um comprimento de onda de qualquer tipo, o metamaterial usado precisa ser menor que o comprimento de onda em questão. Já que os comprimentos de onda das microondas têm dimensões de centímetros, os cientistas precisam de tecnologia - já existente - capaz de criar metamateriais pequenos o bastante para manipular essas ondas, fazendo com que elas contornem um objeto. Um bombardeiro stealth, envolto nos metamateriais apropriados, por exemplo, seria invisível ao radar. O escudo seria visível, mas o radar não conseguiria detectar o avião.

Tornar o avião inteiro invisível a olho nu é um desafio ainda maior. Para começar, no momento existe tecnologia que permita fabricar metamateriais em escala pequena o bastante para manipular ondas de luz. O comprimento de onda da luz é da ordem dos nanômetros (bilionésimos de metro), e os metamateriais necessários para bloquear a luz teriam de ser ainda menores.O um dispositivo de ocultamento feito de metamateriais teria de ser organizado de maneira a manipular a luz em todo o espectro visível, porque as diferentes cores existem em comprimentos de onda diferentes. E, por fim, um dispositivo de ocultamento deixaria a pessoa que ele abriga na escuridão, porque a luz não o atingiria, ou seria desviada em torno do dispositivo.

Se as pesquisas e o financiamento de 150 bilhões de dólares com metamateriais forem mantidas em seu ritmo atual, esses desafios podem ser superados em 2012. Uma demanda do projeto da Darpa é que o escudo seja assimétrico. Isso significa que o usuário no interior deve ser capaz de ver o que acontece do lado de fora, mas se mantendo invisível para pessoas no exterior do aparelho. Quando esses problemas forem resolvidos, o exército do futuro pode ser muito difícil de avistar.

Se você é fã do Harry Potter, já deve estar bem familiarizado com o conceito da capa da invisibilidade. Em seu primeiro ano na Escola Hogwarts de Magia e Bruxaria, Harry recebe a capa da invisibilidade que foi de seu pai. Como o nome sugere, a capa da invisibilidade deixa Harry invisível quando ele veste o tecido brilhante e prateado.

Isto parece plausível quando lemos uma história que se passa em um mundo fictício repleto de bruxas, magos e magia; mas no mundo real tal vestimenta seria impossível, não é? Nem tanto. Com a tecnologia de camuflagem ótica desenvolvida por cientistas da Universidade de Tóquio, a capa da invisibilidade já é uma realidade.

A camuflagem ótica proporciona uma experiência parecida com a da capa da invisibilidade do Harry Potter, mas usá-la requer um arranjo um pouco mais complicado. Primeiro, a pessoa que deseja ficar invisível (vamos chamá-la de Pessoa A) veste uma roupa que parece uma capa de chuva com capuz. A roupa é feita de um material especial que examinaremos em detalhes mais adiante. Em seguida, um observador (Pessoa B) fica em frente à Pessoa A em um local específico. A partir deste local, ao invés de ver a Pessoa A vestida com uma capa de chuva, a Pessoa B vê através da capa, fazendo a Pessoa A parecer invisível. A foto abaixo à direita mostra o que a Pessoa B veria. Se a Pessoa B estivesse posicionada em um local um pouquinho diferente, simplesmente veria a Pessoa A usando uma capa de chuva prateada (foto abaixo à esquerda).

A camuflagem ótica não funciona por magia e sim através da realidade aumentada - um tipo de tecnologia que foi desenvolvida nos anos 60 por Ivan Sutherland e seus alunos das universidades de Harvard e Utah.

A maioria dos sistemas de realidade aumentada requer que os usuários olhem através de um aparato especial para enxergar uma cena do mundo real realçada com gráficos sintetizados. Também requerem um computador de alta performance. A camuflagem ótica também requer estas coisas, além de vários outros componentes. Os itens necessários para fazer uma pessoa parecer invisível são:

* roupa feita de material altamente refletivo
* câmera de vídeo
* computador
* projetor
* espelho especial semi-prateado chamado de combinador

A capa que faz com que a camuflagem ótica funcione é feita de um material especial conhecido como retro-refletivo.

O material retro-refletivo é coberto por milhares e milhares de bolinhas (pequeninas contas). Quando a luz bate em uma delas, os raios de luz rebatem e voltam exatamente para a mesma direção de onde vieram.

Para entender a singularidade deste processo, basta ver como a luz reflete em outros tipos de superfície. Uma superfície áspera cria um reflexo difuso porque os raios de luz incidentes (que chegam) dispersam-se em várias direções diferentes. Uma superfície totalmente lisa, como a de um espelho, cria o que chamamos de reflexo especular - um reflexo em que os raios de luz incidentes e os raios de luz refletidos formam exatamente o mesmo ângulo com a superfície do espelho. Na retro-reflexão, as bolinhas de vidro agem como prismas, dobrando os raios de luz através de um processo conhecido como refração. Isto faz com que os raios de luz refletidos viajem de volta pelo mesmo caminho que os raios de luz incidentes. O resultado: um observador posicionado na origem da luz recebe mais luz refletida e, portanto, vê um reflexo mais brilhante.

Materiais retro-refletivos são muito comuns. Placas de trânsito, marcadores nas estradas (olhos-de-gato) e refletores de bicicleta usam a retro-reflexão para tornarem-se mais visíveis para as pessoas que dirigem à noite. As telas da maioria das salas de cinema hoje também aproveitam este material porque ele fornece mais brilho em ambientes de pouca luz. Na camuflagem ótica, o uso de material retro-refletivo é fundamental porque ele pode ser visto de longe e em ambientes externos sob o sol, dois requisitos para a ilusão da invisibilidade.

Assim que a pessoa coloca a capa feita de material retro-refletivo, acontece a seguinte seqüência de eventos:

1. Uma câmera de vídeo digital captura a cena que está atrás da pessoa com a capa.
2. O computador processa a imagem capturada e faz os cálculos necessários para ajustar a imagem congelada ou o vídeo para que pareçam realistas quando projetados.
3. O projetor recebe a imagem realçada do computador e transmite a imagem através de uma abertura do tamanho de um furo feito com alfinete para o combinador.
4. A metade prateada do espelho, que é completamente refletiva, joga a imagem projetada na direção da pessoa com a capa.
5. A capa funciona como uma tela de cinema, refletindo a luz diretamente de volta para a origem, que neste caso é o espelho.
6. Os raios de luz refletidos pela capa atravessam a parte transparente do espelho e chegam aos olhos do usuário. Lembre-se que os raios de luz refletidos pela capa contêm a imagem da cena que está atrás da pessoa que veste a capa.

A pessoa com a capa parece invisível porque a cena de fundo está sendo exibida sobre o material retro-refletivo. Ao mesmo tempo, os raios de luz do ambiente em volta do usuário chegam aos seus olhos, fazendo parecer que uma pessoa invisível existe em um mundo aparentemente normal.

Dessa feita está composto uma capa de invisibilidade para soldaos de infantaria terrestre e para soldados snipes que poderiam se espor ao inimigo sem serem vistos á olho nú.

A Darpa já obteve sucesso em seu projeto que está em fase de testes no iraque e afeganistão. Os conhecimentos de física fizeram acontecer, e a tecnologia para criar os componentes em larga escala foram desenvolvida,isso significa que ao longo dos próximos dez anos as tropas de infantaria estarão totalmemnte invisíveis no campo de batalha.

Mas como isso foi possível? simplesmente manipulando a luz? Tudo se baseia em partículas muito pequenas de nanoparticulas de metamateriais.

Embora esses materiais sintéticos já estivessem sendo testados antes, foi só em 2011 que um grupo de cientistas propôs que eles poderiam ser usados para tornar as coisas invisíveis.

Desde então, o conceito já foi demonstrado experimentalmente não apenas para mantos da invisibilidade ópticos, mas também para camuflagens sonoras e até para esconder eventos no tempo.

Camuflagem para submarinos e navios

Agora, Yaroslav Urzhumov e David Smith, os dois pioneiros dos mantos da invisibilidade, estão propondo que é possível criar também uma camuflagem para navios e submarinos, usando os mesmos metamateriais.

A ideia é que, assim como já se demonstrou que os metamateriais podem desviar as ondas de luz para deixar um objeto invisível, será possível usá-los para escapar das ondas de água geradas pelos navios e submarinos, fazendo com que as embarcações naveguem praticamente sem atrito, como se estivessem se movendo em um "vácuo".

Quando construídas, essas camuflagens aquáticas poderão tornar as embarcações muito mais eficientes e mais rápidas, além de não poderem ser detectadas pelas técnicas tradicionais.

A teoria é a mesma dos mantos da invisibilidade, com a diferença de que, em vez de evitar que as ondas de luz choquem-se com os objetos e os tornem visíveis, os pesquisadores agora propõem que o escudo de metamateriais evite que a água "sinta" o objeto que está se movendo através dela, inibindo a formação de ondas e evitando o arrasto que dificulta o movimento na água.

Dobrando as ondas

Da mesma forma que a relatividade geral mostra que a gravidade dobra o espaço-tempo, as equações da chamada óptica transformacional mostram como materiais com propriedades não encontradas na natureza, construídos artificialmente, podem dobrar e desviar ondas - sejam ondas de luz, de som ou de água.

Mas há uma diferença fundamental quando se lida com a água: nas "ondas não-aquáticas" o fluido não se move, o que significa que não há qualquer transferência de massa. Na água as coisas são bem diferentes.

Urzhumov e Smith afirmam que isso não é problema: basta que o escudo aquático seja poroso e tenha uma estrutura anisotrópica, apresentando diferentes índices de resistência ao fluxo do fluido ao longo do casco da embarcação. Isso permitirá que a água flua ao longo do casco de tal forma a ficar praticamente parada depois de atingir o fim da embarcação, sem gerar turbulência.

Camuflagem ativa

O problema é a massa, já que a água terá que ser "afastada" para que o navio ou submarino passe como se estivesse nesse "vácuo fluídico".

A solução é um escudo ativo, que bombeie a água conforme ela perde velocidade ao ser guiada ao longo do casco.

Os pesquisadores apresentam duas propostas de implementação prática.

A primeira é um conjunto de bombas piezoelétricas, construídas com pequenos cristais que, quando recebem uma carga elétrica, respondem com um pequeno "tranco", movendo a água.

A segunda possibilidade é uma bomba eletro-osmótica, na qual a eletricidade cria uma diferença de pressão ao longo de uma membrana, forçando a água a atravessá-la.

Tudo isto, segundo eles poderá ser feito com um arranjo de placas e fios, formando uma estrutura que será colocada ao redor do navio ou submarino.

Embarcações mais eficientes

Em seu trabalho teórico, os cientistas escolheram uma "embarcação" em formato de esfera, que é o formato mais fácil de modelar.

A camuflagem é formada por 10 camadas concêntricas - sendo assim capaz de dirigir 10 fluxos de água.

Uma esfera de 10 centímetros de diâmetro exige uma camuflagem que pode ir de 1 a 10 centímetros. "Geralmente, camuflagens mais grossas são mais fáceis de fabricar, mas pesam mais. Esse será um equilíbrio que os engenheiros terão que encontrar," disse Urzhumov à revista Science.

Mas os cientistas afirmam que é possível simplificar as coisas, criando uma estrutura que não pretenda tornar a embarcação totalmente "invisível" na água - já seria interessante o bastante construir algo capaz de tornar navios e submarinos mais velozes ou mais eficientes em termos de consumo de combustível.

* Invisibilidade: o que é fato científico e o que é ficção científica

Bibliografia:

Fluid flow control with transformation media
Yaroslav A. Urzhumov, David R. Smith
Physical Review Letters
To be published
http://arxiv.org/abs/1106.2282

sexta-feira, 8 de julho de 2011

EXOSQUELETOS: Correr dezenas de quilômetros sem suar, pular distâncias equivalentes a um campo de futebol e levantar toneladas com nenhum esforço.











Correr dezenas de quilômetros sem suar, pular distâncias equivalentes a um campo de futebol e levantar toneladas com nenhum esforço. Algo que parece restrito aos super-heróis que povoam os quadrinhos, cinemas e jogos, mas que já se tornou realidade.

Surgidos na ficção produzida durante o século XIX, os exoesqueletos projetados para o uso humano estão a cada dia mais próximos de serem produzidos em larga escala. Com isso, em um futuro próximo, devemos ver o surgimento de soldados com o poder de fogo e resistência semelhantes ao do Homem de Ferro, ou vítimas de acidentes que voltaram a viver normalmente com a assistência de equipamentos especiais.
Da ficção para a realidade

(Fonte da imagem: DARPA)Como o nome deixa claro, um exoesqueleto se trata de uma espécie de esqueleto artificial usado de forma externa pelo usuário, quase como se fosse uma roupa. Através do uso de metais resistentes titânio urânio empobreçido e fibra de carbono associadas as novas ciências:spintrônica,fotônica,computação quâtica e nanobiomecatrônica, esses acessórios ampliam em diversas vezes a capacidade física de uma pessoa. Em resumo, é possível pensar neles como robôs que devem ser “vestidos” para funcionar (roupas biomecânicas).

A primeira descrição de um exoesqueleto data de 1868, no livro “O Homem de Vapor das Planícies”, escrito por Edward Sylvester Ellis. Na história, o narrador conta as aventuras do jovem Johnny Brainerd, que utiliza um mecanismo com características humanoides capaz de atingir 96 quilômetros por hora, usado principalmente para espantar búfalos e aterrorizar tribos indígenas.

O primeiro exoesqueleto real surgiu em 1961, em um projeto do Pentágono que tinha o objetivo de desenvolver um robô que pudesse ser vestido. Porém, esse e outros planos desenvolvidos nas décadas seguintes pouco progrediram na construção viável dos pontos de vista mecânico e econômico,hoje graças as novas ciências: spintrônica,fotônica,computação quâtica e nanobiomecatrônica,foi possível tornar esse projeto ultra secreto em realidade que serve de apoio aos drones voadores e terrestres de combate que estão em operação no afeganistão e iraque,sendo responsável pela morte de 480 menbros da al quaeda somente no ano de 2010,sendo 30 dessas mortes de líderes mundiais da al quaeda. Estima-se que nesse teatro de operações estejam atuando 7.000 desses drones de combate.

A situação mudou a partir do ano 2000, quando a Agência de Projetos de Pesquisa Avançada em Defesa (DARPA), anunciou um programa que destinou US$ 50 bilhões ao desenvolvimento de “exoesqueletos para aumento da performance humana”.No total já foram gastos 1 trilhão e 500 bilhões de dólares no projeto dessas novas tecnologias AI (inteligência artificial),dentro de dez anos não teremos tropas humanas de infantaria.

O objetivo do projeto bem sucedido é a criação de dispositivos que não só aumentassem a força e velocidade de uma pessoa, mas que também permitissem o uso individual de armas pesadas e providenciassem maior resistência a projéteis e agentes químicos. Além disso, os aparelhos também devem cansar pouco o usuário e providenciar mais espaço para o transporte de medicamentos, munição e alimentos.

Raytheon XOS 2

Um dos exoesqueletos mais promissores resultantes do projeto financiado pela DARPA é o XOS 2,que já está na setima geração dos equipamentos desenvolvidos pela Raytheon. A roupa mecânica permite ao usuário carregar facilmente pesos de 115 quilos sentido o peso de 5 quilos ou seja o soldado pode levar 350 kilos sentindo o peso de apenas 15 quilos, nessas condições o soldado carrega dois companheiros feridos em combate nas costas e atira com uma ponto 50 ou um canhão de 20 milimetros de cano rotativo sentindo o peso de 15 kilos e tem força suficiente para destruir facilmente placas de aço de três polegadas.Bem vindo ao futuro das armas de combate!!!

O dispositivo surpreende pela agilidade, permitindo que o usuário realize ações simples como chutar uma bola de futebol, atingir repetidas vezes um saco de boxe ou subir escadas e rampas com diferentes inclinações. O objetivo inicial do aparelho é auxiliar na logística dos campos de batalha,ao permitir que soldados transportem com mais facilidade munições e outros suprimentos.

Segundo a Raytheon, o exoesqueleto é capaz de septuplicar a capacidade de trabalho do usuário, o que deve ocasionar em redução de gastos na contratação de funcionários, além expor menos vidas humanas a riscos em situações de combate. O equipamento traz uma bateria de 38 horas de duração na mochila do soldado com mais 8 horas de energia reserva no capacete do soldado que que tem uma viseira retrátil que dá uma visão termal e noturna de 360 graus do campo com gps do batalha interagindo com o satélite espião a produção de uma versão de combate do XOS 2 de sétima geração já está a todo vapor.

HULC

O principal adversário do XOS 2 pela preferência dos militares norte-americanos é o HULC (Human Universal Load Carrier), projeto inicialmente desenvolvido pela Berkeley Bionics e que agora está a cargo da Lockheed Martin. O dispositivo fica encaixado às pernas do usuário, permitindo a adição de diversos acessórios que ampliam suas possibilidades.
Fonte: Lockheed Martin

Assim como o XOS 2, o HULC pode erguer pesos de até 490 quilos. A principal diferença para o concorrente está no fato de que o aparelho dispõe de baterias com duração de até 72 horas. Além disso, o foco da invenção está em ajudar soldados a carregar o equipamento utilizado em situações de batalha, em vez de simplesmente ajudar no transporte de itens variados.

HAL

Um dos exoesqueletos mais surpreendentes disponíveis atualmente não tem ligações com a DARPA, sendo resultado de uma pesquisa feita pela Universidade de Tsukuba, no Japão. O HAL (Hybrid Assistive Limb) tem como público-alvo idosos e pessoas que sofrem com algum tipo de limitação física.

O dispositivo se destaca por operar a partir de sinais enviados pelo cérebro do usuário, dispensando qualquer tipo de esforço físico. Segundo os desenvolvedores, o dispositivo amplia em 80% a força dos membros do usuário, permitindo que até mesmo pessoas com lesões graves na coluna voltem a caminhar.

Os primeiros testes hospitalares do HAL 5 serão iniciados em 2012, com fim programado para algum momento entre 2014 e 2015. Yoshiyuki Sankai, professor da universidade responsável pelo design do aparelho, em um futuro próximo a invenção poderá ser alugada por cerca de 70 mil Yen (US$ 590) mensais, incluindo uma taxa adicional para manutenção.

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/11300-tecnologias-promissoras-exoesqueletos.htm#ixzz1RW54BZgF

terça-feira, 28 de junho de 2011

Procura-se um projeto de nave-Destroyer interestelar e Estação de Combate interestelar cuja construção seja viável nos próximos cem anos.









Visite o site:http://www.darpa.mil/Opportunities/Solicitations/DARPA_Solicitations.aspx

Procura-se um projeto de nave interestelar cuja construção seja viável nos próximos cem anos.

Qualquer pessoa com uma ideia de como fazer isso acontecer - ou alguma objeção ética ou religiosa para não fazê-lo - tem até o dia 8 de julho 2011 para apresentar sua proposta.

O 100 Year Starship Study - estudo para uma espaçonave em 100 anos, em tradução livre - está sendo promovido pela Agência de Projetos de Pesquisa Avançados dos Estados Unidos (DARPA)

Aonde ninguém jamais foi antes

O objetivo é explorar e pesquisar "todas as questões ligadas aos voos espaciais de longa distância e de longa duração."

Autores de ficção científica, engenheiros e biólogos trocaram ideias durante um simpósio preliminar realizado em Janeiro deste ano.

Durante o evento, o geneticista Craig Venter teria sugerido uma solução bem pouco emocionante para os candidatos a exploradores espaciais: enviar DNA humano fragmentado para remontagem em outro planeta.

Não consta que ele tenha indicado quem, ou o que, faria essa remontagem.

Será feita uma seleção dentre as novas ideias agora apresentadas, que serão discutidas em um simpósio a ser realizado, em Orlando, na Flórida, em setembro.

Visite o site:http://www.darpa.mil/Opportunities/Solicitations/DARPA_Solicitations.aspx

Veja Mais:

A missão do Gabinete de Execução Adaptável (AEO) é provocar a transferência de tecnologia para a DARPA combatente. Para este fim, AEO desenvolve e emprega novos processos, novas ferramentas e técnicas e modelos de negócios inovadores. Este inclui o estabelecimento de fortes relações organizacionais que expõem combatentes a DARPA tecnologia, aspectos importação de necessidades combatente e experiência na cultura DARPA, e desenvolver programas executados por "grandes grupos" de artistas multidisciplinares que incluem cientistas, engenheiros e usuários finais operacional. Um dos principais objetivos da AEO é demonstrar o mérito de transição da DARPA tecnologia e sistemas por meio de auto-avaliação rigorosa, bem como a articulação clara dos pontos fortes e limitações técnicas.
AEO procura respostas relativas a quatro Áreas de Missão:
• Adaptive Sistemas
• Integração de Sistemas com foco Operacionalmente
• Tecnologia de Produção acelerada Sistema
• Avaliação Sistema Compreensivo
Solicitação AEO centra-se no desenvolvimento, integração, demonstração e validação de alto retorno tecnologias e sistemas ativados pela DARPA e incorporando tecnologias para operações bem definidas DoD. Esforços proposto deve mostrar a promessa significativa para fornecer os militares dos EUA com a revolucionária capacidades nova missão e permitir aumentos significativos na eficácia da missão. Especificamente excluídos é a pesquisa que resulta em melhorias principalmente evolutiva para o estado existente da prática.
*
Defesa Ciências Solicitações Escritório

DARPA-BAA-10-55: Defesa de Investigação em Ciências e Tecnologia, Data Response 2011/08/09

A missão da Defense Advanced Research Projects Agency do (DARPA) Defesa Ciências Office (DSO) é buscar e explorar a ciência fundamental e inovação da Defesa Nacional. Portanto, DSO está solicitando resumos proposta e propostas completas para a pesquisa e desenvolvimento avançados em uma variedade de permitir que áreas técnicas.

DARPA-SN-11-31: Open Industry Day fabricação de materiais, Data Response 2011/08/01

A Defesa Ciências Office (DSO) da Defense Advanced Research Projects Agency (DARPA) organizou uma série de três dias da Indústria, que forneceu informações importantes sobre a visão do programa, os objetivos do programa e as oportunidades associadas ao desenvolvimento de propostas interdisciplinares para responder a um anúncio antecipado Agência Broad em Ciência e Tecnologia de Fabricação.
• Dr. Leo Christodoulou-Open Manufacturing
• Sr. Paulo Veículos Eremenko-Adaptive Faça
• Dr. Jeffry Galês-Open Manufacturing Industry Dias - Perspectiva SRO
• O Sr. Michael Mutty-Contratos de Gestão Escritório Toolbox
• Perguntas Frequentes - Dia da Indústria Abra Manufacturing (2011/05/06)

DARPA-SN-11-08: DESAFIO ARMOR - FASE 3, Data Response 2011/08/31

A Defense Advanced Research Projects Agency do (DARPA) Defesa Ciências Office (DSO) é continuar a investir na melhoria de materiais e desenhos de armadura. Para identificar armadura nova e promissora para o pessoal militar e veículos militares, DSO está conduzindo uma "Desafio Armor - Fase 3" direcionado principalmente para os inventores e pequenas organizações que não têm os recursos para iniciar em grande escala programas de desenvolvimento armadura.
*
Informações Solicitações Escritório de Inovação

DARPA-BAA-11-34: I2O Escritório-Wide BAA.

A Defense Advanced Research Projects Agency (DARPA) está solicitando propostas de pesquisa inovadores de interesse para o Escritório de Inovação da Informação (I2O). Pesquisa proposta deve investigar abordagens inovadoras que permitam avanços revolucionários na ciência, dispositivos ou sistemas.

DARPA-RA-11-56: Binary Transforma executáveis ​​(BET), Data de Resposta 2011/07/25

DARPA está solicitando propostas para a investigação inovadora em análise de programa de computador. A pesquisa proposta deve investigar novas abordagens na análise de binário executável do programa, especialmente identificando os componentes do programa funcional e automaticamente extrai-los.

DARPA-BAA-11-55: I2O Missão orientada Nuvens resilientes (MRC), Data de Resposta 2011/07/25

DARPA está solicitando propostas de pesquisas inovadoras na área de segurança e de resiliência dos sistemas de larga escala de computação em rede, incluindo tanto as infra-estruturas Cloud Computing e em larga escala de sistemas distribuídos. Pesquisa proposta deve investigar abordagens inovadoras que permitam avanços revolucionários na missão-aware adaptável e resistente sistemas de computação em rede.
• MRC FAQ 2011/06/28

DARPA-SN-11-36: Request for Information (RFI): Insight Focada Incubadora, Data Response 2011/06/30

DARPA pretende para o Insight Focada Incubadora para: 1) demonstrar aberto Insight, a capacidade da plataforma modular, e 2) incubar metodologias e abordagens inovadoras para resolver os desafios tecnológicos crítica no desenvolvimento do sistema ISR e evolução. Adequadamente o conceito de quadro Incubadora Focused, DARPA está solicitando informações sobre as abordagens e metodologias inovadoras que podem ser aplicadas em áreas tão vastas como a ISR exploração, gestão de recursos, visualização e simulação.
*
Escritório Microsystems Solicitações Tecnologia

DARPA-BAA-10-35: Microsystems Tecnologia exercício de largura, Data Response 2011/09/01

A missão da tecnologia de microsistemas Instituto (OMP) é explorar os avanços em materiais, dispositivos, circuitos e matemática para desenvolver além principais componentes de alta tecnologia Microsystems com o desempenho revolucionário e funcionalidade para ativar o recurso nova plataforma para o Departamento de Defesa. Para executar essa missão, MTO apóia a pesquisa revolucionária em eletrônicos, fotônica, MEMS, algoritmos e tecnologia combinada Microsystems para oferecer novas capacidades de sentir, comunicar, energizar, atuar, e processar dados e informações para o combatente.

DARPA-BAA-11-43: Calibração Primária e Secundária na Camada Ativa (PASCAL)

O programa visa enfrentar os desafios associados com o viés de longo prazo e fator de escala de chip drift escala componentes para posicionamento, navegação e de tempo (PNT) tarefas, e é especificamente interessados ​​em desenvolvimento de Calibração Primária e Secundária na Camada Ativa ( PASCAL paradigma) para in-situ de calibração de sensores inerciais e relógios. O produto deste programa é um sistema integrado, ultra-miniaturizados micro-sistema (giroscópio, acelerômetro, e / ou relógio) com capacidades de in-situ de calibração estrategicamente implementado on-chip. O viés eficaz e desvio fator de escala do microssistema não deve exceder 1 parte por milhão (<1 ppm) de uma função de entrada / saída nominal ao longo de um período de um mês. O tamanho total do sistema de micro-integrado deve ser da ordem de 30 milímetros cúbicos (<30 mm3) e consomem menos de 50 miliwatts de energia (<50 MW). O sistema de micro-é esperado para entregar desempenho a longo prazo a estabilidade em um ambiente hostil militar, com variações térmicas de-550C a 850 C, vibrações de 5 Hz a 5 kHz com uma amplitude média de 5 g, taxas de rotação da ordem de 300 Hz, e choque mecânico no nível de 15.000 g.
• PASCAL Q & A
*
Solicitações Escritório Estratégico de Tecnologia

DARPA-SN-11-46: Dia M GRIN-Fase 2 do Proponente Data Response,

DARPA vai sediar Conferência Proponentes um "Dia de apoio ao lançamento antecipado da DARPA-BAA-11-57, um anúncio Agência Broad para a II Fase da Óptica Índice manufacturable Gradient (M GRIN) programa em 28 de julho de 2011 no Sistema Planning Corporation, 3601 Wilson Boulevard, Arlington VA 22207 08h30 - 17:00. O propósito desta conferência é fornecer informações sobre a Fase II do programa M GRIN; promover a discussão adicional sobre este tema; abordar as questões de potenciais proponentes, e proporcionar um fórum para os potenciais proponentes para apresentar as suas capacidades para agrupamento oportunidades.

DARPA-BAA10-83: Office Estratégico para as Tecnologias (STO), Data de Resposta 2011/09/07

A Defense Advanced Research Projects Agency do (DARPA) Escritório Estratégico para as Tecnologias (STO) está solicitando propostas inovadoras no âmbito do presente anúncio Agência Amplo (BAA) para a realização de pesquisa, desenvolvimento, testes de design, e que apoia directamente o Gabinete Estratégico para as Tecnologias (STO). Isto inclui Comunicações, Redes e Guerra Eletrônica; de Cyber; Operações de Energia e auto-suficiente; Encontrar alvos difíceis; Surprise recapturar; e Core Technologies Estratégico. Pesquisa proposta deve investigar abordagens inovadoras que permitam avanços revolucionários na ciência, dispositivos ou sistemas. Especificamente excluídos é a pesquisa que resulta em melhorias principalmente evolutiva para o estado existente da prática.

DARPA-BAA-11-51: Conteúdo-Based Networking Mobile Edge (CBMEN), Data de Resposta 2011/10/24

DARPA está solicitando propostas de pesquisas inovadoras nas áreas de distribuição de conteúdo em um ambiente de rede móvel ad hoc. Pesquisa proposta deve investigar abordagens inovadoras que permitem o uso eficiente dos recursos de rede para fornecer acesso seguro e sob demanda por combatentes na borda do campo de batalha para o conteúdo relevante.
• Briefing Dia Proponentes
• Lista de Contatos CBMEN
• Pergunta CBMEN e Resposta (2011/05/13)
• Pergunta CBMEN e Resposta (2011/06/01)

DARPA-BAA-11-24: Operações Deep Sea (DSOP), Data de Resposta 2011/07/01

DARPA está solicitando propostas de pesquisas inovadoras na área de Anti-Submarine vigilância Guerra. Pesquisa proposta deve investigar abordagens inovadoras que permitam avanços revolucionários na ciência, dispositivos ou sistemas. Especificamente excluídos é a pesquisa que resulta em melhorias principalmente evolutiva para o estado existente da prática. O Deep Sea programa Operações pretende desenvolver uma capacidade de vigilância ASW que opera em profundidades do oceano para detectar submarinos extrema calma overhead. Em 2010, a DARPA iniciou estudos de arquitetura para the Deep Sea programa de Operações. Os estudos abordaram soluções de sistemas para a tecnologia configuráveis ​​para alcançar a vigilância sobre grandes ASW, operacionalmente relevantes, áreas oceânicas profundas. Orientações gerais serviu como um quadro de artistas para desenvolver uma vasta gama de soluções que:
• Operar com sensores ou fontes situadas próximo do fundo do oceano
• Explorar as vantagens de nós distribuídos e não-tripulados
• Configure a uma série de operações, ambientes e escalas de tempo
• Adaptar-se a mobilidade dos ativos de superfície ou ameaças em evolução

DARPA-BAA-11-41: Águas Rasas Caça Submarina Agile (SWASH), Data de Resposta 2011/09/20

A Águas Rasas Caça Submarina Agile (SWASH) programa pretende desenvolver ASW vigilância e capacidade de pesquisa para cued litorais águas rasas, sem o uso da acústica tradicional ou sonar. DARPA procura a mais ampla gama de possíveis soluções de detecção para atingir esse objetivo. As melhores soluções permitirá operações para ser útil em todas as fases de conflito. A expectativa é que as soluções de detecção com tamanho reduzido, peso, potência e custo oferecem a maior oportunidade para a integração flexível em plataformas aéreas não tripuladas. Este BAA solicita propostas de estudos e avaliações de tecnologia para entender o espaço de soluções potenciais. A BAA subsequente pode seguir para apoiar os esforços de descoberta e desenvolvimento.
*
Solicitações Escritório tático Tecnologia

DARPA-BAA-11-13: TTO exercício de largura, Data Response 2012/02/17

O Escritório de Tecnologia Tático (TTO) da Defense Advanced Research Projects Agency (DARPA) está solicitando resumos executivos, white papers e propostas de pesquisa avançada e desenvolvimento de sistemas inovadores para missões militares. Sistemas inovadores são sistemas integrados ou componentes críticos de sistemas, que muitas vezes incorporam emergentes tecnologias avançadas, e que permitam melhorias revolucionárias para a capacidade, eficiência e eficácia dos militares.
TTO procura respostas referentes a três (3) áreas de missão de impulso ("empurra missão"):
• Sistemas Avançados de Armas
• Plataformas avançada
• Sistemas Avançados de espaço

DARPA-BAA-11-47: Data Response Component, Contexto e Biblioteca Manufacturing Modelo 1 (C2M2L-1), 2011/08/08

Embora o objetivo final da carteira AVM deve culminar em um veículo FANG, ou seja, um veículo de combate completa pesados ​​e potencialmente anfíbio de infantaria, o âmbito específico do presente C2M2L-1 BAA é o drivetrain e subsistemas de mobilidade para um veículo de combate de infantaria pesada com considerações anfíbias. Este é o primeiro prêmio de desafios múltiplos que incidirá sobre este subconjunto específico do problema global de veículos design.

DARPA-BAA-11-35: Serviços de Fabricação UAVForge, Data Response 2011/07/12

O Escritório de Tecnologia Tático (TTO) da Defense Advanced Research Projects Agency (DARPA) procura um fabricante para produzir a saída física de uma iniciativa do projeto e desenvolvimento chamado UAVForge. Esta iniciativa tem como objetivo produzir um veículo aéreo pequeno, acessível e fácil de operar não tripulados capazes de poleiro persistente e vigilância olhar. O oferente sucesso irá capacitar uma comunidade diversificada de inovadores e equipas de design emergente, fornecendo capacidades de fabricação e avaliações e produzindo até 15 unidades do projeto vencedor.

sábado, 11 de junho de 2011

Spinner 2.0- veículo terrestre não-tripulado (UGV) Desenvolvido pela (DARPA TECNOLOGY)e projetado pelo Centro Nacional de Engenharia Robótica (CNER).











TANQUE DE GUERRA ROBÔTICO: dois protótipos entraram em um prédio da Universidade de Carnegie Mellon sob muitos flashes e música alta. Um deles ficou parado enquanto outro rolou sobre pilha de carros e os esmagou. tanque de guerra robôtico é fruto da 7 geração de drones de combate terrestre que opera com IA (INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL),Podendo levar uma miríade de armas extremamente versátil no campo de batalha: pode escalar uma parede vertical de 1,20 m enquanto carrega 3.630 kg de carga.

NREC está desenvolvendo uma arquitetura de controle de end-to-end(fim-de-final)para veículos terrestres não tripulados (UGVs) para reduzir o risco de integração na Brigada do Exército dos EUA Combat Team (BCT),Seu rigoroso, os testes de campo em curso une o poderoso Crusher UGV com as capacidades avançadas da Navegação Sistema Autônomo (SNA) e outros componentes do programa de Modernização BCT.

Aplicação

RVCA oferece os seguintes benefícios ao programa de Modernização do TBC:

• Verifica quanto ANS funções em uma plataforma UGV

• Avalia o controle com hardware UGV representativos e componentes de software de funcionamento dentro das limitações do programa de modernização da rede BCT
• Fornece informação que influencia o desenvolvimento de software Battle Command
• Reduz o risco de integração vigor
• Agiliza a entrega de sistemas não-tripulada para os soldados no campo

Descrição

RVCA consiste no seguinte:


• Uma plataforma UGV com hardware e software integrados ANS. Atualmente, RVCA está usando o robusto, altamente móveis Crusher plataforma UGV. Mais tarde no programa, RVCA tecnologia será integrada na plataforma APD.

• Sistema Integrado de sistemas operacionais comuns Ambiente (SOSCOE) em ambos os tripuladas e não do veículo plataformas integradas de Gestão de Veículos (VMS) e Sistema Integrado de Computador (ICS) para controlar um UGV

• Apoiar os dados para a operação de um UGV com estes componentes em um ambiente de rede

Avaliações de engenharia em campo o foco sobre as capacidades, tais como waypoint seguinte, teleoperação, o desempenho geral do sistema com a ANS e outros componentes de software, ea sua utilização por soldados em campo. O programa termina em 2010 com um soldado Experiência Operacional.
Ouvir
Ler foneticamente
Dicionário

Autonomia e Controle (RVCA)

Transferência de Tecnologia

Tecnologia e lições aprendidas com RVCA será transferido para o Exército dos EUA através do Sistema Autônomo programas Navegações (ANS) e outros programas.

Patrocinadores

Os EUA tanque do Exército e Pesquisa Automotiva, Centro de Desenvolvimento e Engenharia (TARDEC)

O Exército Norte-Americano não iria querer outra coisa a não ser um tanque silencioso, não-tripulado que pudesse carregar cargas ilimitadas, se defender contra inimigos e atingir grande velocidade em terra, o que deixaria o Hummer de joelhos.

Ele é projetado como um protótipo funcional para testar várias tecnologias da CNER que estão sendo desenvolvidas como parte de um programa chamado Integração de Perceptor de VTNT (IPN).

IPN significa Integração de PerceptOR (off-road) de Veículo de Combate Terrestre Não-tripulado, um projeto encabeçado pelo DARPA, para avaliar as capacidades de larga escala de veículos terrestres não-tripuláveis (VTNT), operando autonomamente em uma série ampla de complexo terreno off-road. O Crusher pesa 6.5 toneladas, aproximadamente 30% menos que Spinner e pode carregar mais carga. O que o CNER deixou de fora desta nova versão do Spinner é a habilidade de andar sem ficar de ponta cabeça. Entretanto, não comentou sobre o porquê desta função legal desaparecer, embora a lógica sugira que foi também para tornar outras melhorias possíveis ou cortar uma habilidade de alto custo que não seria crucial para os objetivos da IPN.

O que o tanque de guerra robôtico pode fazer?

•É um veículo não-tripulável desenvolvido primordialmente para papéis de reconhecimento e apoio. A ausência de uma equipe humana permite novas abordagens para criar um veículo flexível e arrojado que pode carregar cargas imensas. Por exemplo, o Crusher pode destacar parte de sua estrutura de defesa para levar mais suprimentos.
•Logo o tanque de guerra robõtico será capaz de trafegar com autonomia em grandes terrenos repletos de trincheiras, barreiras de pedra e obstáculos feitos pelo homem.

•O tanque de guerra robôtico pode ser movido só à bateria, permitindo operações quase silenciosas.
•É capaz de carregar armas e tomar parte em combate na linha de fogo.
De acordo com a CNER, a tecnologia do tanque de guerra robôtico vai levar de 6 a 10 anos para implementação. Enquanto robôs menores controlados por pessoas já fizeram algo no campo de batalha. Veja Como funcionam os robôs militares, grandes robôs não-tripuláveis como o tanque de guerra robôtico ainda estão em laboratórios. A complexidade dos sistemas de controle e percepção necessários para um robô de larga escala em lidar com terrenos e condições desconhecidos estão ainda no estágio de pesquisa e desenvolvimento. OS SISTEMAS DE PERCEPÇÃO E NAVEGAÇÃO DO TANQUE DE GUERRA ROBÔTICO SÃO Á INFRA-VERMELHO,VISÃO NOTURNA,VISÃO DE CALOR E SENSOR DE MOVIMENTO SUBSÕNICO.A intenção é que sejam plataformas de combate autoctone do comando operando através de um supercomputador de bordo com missão previamente definida.

Uma vez que o tanque de guerra robôtico é o primeiro e encabeça um projeto militar, detalhes completos não estão disponíveis para o público em geral, mas HSW deu um jeito de descobrir algumas informações interessantes.

A TECNOLOGIA DO TANQUE DE GUERRA ROBÕTICO.

Há três áreas principais no desenvolvimento do tanque de guerra robôtico :
•resistência para suportar terreno acidentado sem perder a velocidade, mesmo quando carrega 3.600 kg de carga;
•movimento silencioso em campo de batalha para fazer dele um recurso de reconhecimento viável;
•operação autônoma para permitir patrulhas, reconhecimento e mesmo papel de combate sem arriscar uma única vida humana.

O esqueleto do tanque de guerra robôtico é feito de alumínio e titânio. Sua carcaça é uma estrutura de acomodação de alumínio (aberta e conectada por barras) com conectores de titânio ultra-resistentes juntando as barras para adicionar força extra em prováveis eventos de colisões com objetos grandes e duros. Logo abaixo da carcaça está uma chapa derrapante. Basicamente um "pára-choque" de aço suspenso que fica como uma primeira defesa, protegendo a carcaça de um contato inicial com as prováveis pedras, troncos de árvore e degraus.

Para superar obstáculos em terrenos hostis, o Crusher ostenta um sistema de seis rodas tracionadas, movido por uma instalação elétrica e diesel híbrida que permite uma operação quase silenciosa. Uma característica útil em trabalhos de reconhecimento de campo. Um motor de turbo-disel de 78 cavalos age como um gerador no sistema, produzindo uma força contínua de 58 kilowatts (kW) para carregar a bateria de 300 volts, 18.7 kW, lítio-íon. As baterias em linha ligam seis motores elétricos de 210 kW, cada um localizado em um dos seis cubos das rodas. Cada motor produz a força de 282 cavalos. Como a maioria dos sistemas híbridos elétricos, o caminhão-robô Crusher usa freios regenerativos para retornar alguma energia para as baterias toda vez que reduz a velocidade.

Já que cada roda possui força independente, se uma ou duas falham, o tanque de guerra robôtico pode continuar funcionando. Precisa apenas de quatro das seis rodas para manter suas capacidades. E se ele se meter em encrenca, digamos, cercado pelos três lados por barreiras intransponíveis, pode usar sua habilidade de mudança de direção, um raio voltando ao zero, para rapidamente dar meia-volta sem a necessidade de espaço para manobra.

Para passar sob obstáculos baixos, enfrentar terrenos rochosos ou se esconder do inimigo, o tanque de guerra robôtico têm uma altura ajustável de zero a 76 cm. Além do ajuste de altura, a suspensão do Crusher pode deslocar-se nos 76 cm para absorver choques e adequar a flexibilidade de acordo com as condições do terreno. Aqui temos uma visão detalhada do Spinner, de quem o Crusher é uma versão melhorada.

A estrutura poderosa do tanque de guerra robôtico,sua tração nas seis rodas e habilidades de suspensão capacitam-no a viajar à velocidade de 42 km/h, em terrenos acidentados, enfrentando obstáculos como trincheiras, pedras, degraus inclinados e barreiras verticais de mais 1,2 m, tudo sem perder o compasso.

A resistência, força e silêncio fazem do tanque de guerra robôtico uma ferramenta de reconhecimento ideal, mas é essencialmente pleo seu sistema autônomo que o DARPA até agora desembolsou U$ 35 milhões. O CNER não liberou muitos detalhes sobre o sistema de IPN, mas diz que "esta tecnologia espalha habilidade de sensor por todo o veículo para ajudar a equilibrar sua percepção e também apoiar as áreas do veículo que podem ser menos aptas a monitorar o ambiente. O software de sensor vai também permitir ao tanque de guerra robôtico aprender e aplicar informações prévias a novos obstáculos".

Realmente sabemos que o hardware de percepção consiste principalmente de unidades de VEDL (variação e detecção laser) e exibições de câmera. Uma unidade de VEDL envia um raio laser para escanear uma área e medir quanto tempo o raio leva para ser refletido de volta para a unidade de sensor laser. O tanque de guerra robôtico tem oito dessas unidades, sendo que quatro para escanear o ambiente na horizontal e quatro na vertical. Usa seis pares de câmeras de audio e vídeo para percepção profunda e quatro câmeras coloridas para aplicar um pixel de cor a cada ponto de distância determinada pelo sensor VEDL.

A maioria das recentes versões do tanque de guerra robôtico apresenta um poste telescópico de 5,5 m para coletar dados de um ponto superior. Talvez o poste incorpore parte da recepção do VEDL e a câmera, como na figura abaixo ou pode simplesmente adicionar um jogo extra de sensores ao sistema.

Com todas as informações combinadas do VEDL e câmera, CPU de bordo cria uma imagem 3-D da paisagem em que o tanque de guerra robôtico está viajando. A CPU é um SUPERCOMPUTADOR Quântico com chip de grafeno,700-Gigahetz que controla as atividades mecânicas do Crusher e administra o software de navegação que lida com o processo de dados dos sensores. Uma unidade de medida fixa (UMF) detecta a altitude do Crusher, posição e direção do movimento usando uma combinação de acelerômetros (sensores de inclinação) e giróscopio, para que o Crusher esteja sempre alerta de seu próprio movimento e posição relativa no ambiente. O VTNT também tem um receptor GPS instalado e banco de dados administrado pelo GPS que inclui informações de terreno pré-programada. Que lhe são passadas via satélites ou drones de combate aéreo.

Até agora, os experimentos em campo têm mostrado que o tanque de guerra robôtico vai bem na sua jornada rumo ao futuro da IA(Inteligência artificial). Em testes, o se moveu de um ponto do GPS a outro percorrendo mais de 10.000km sem qualquer controle externo. Usando seus sistemas de percepção e navegação, ele pode reagir a obstáculos de improviso. Não precisa de um operador para dizer o que fazer quando atingir algo. Pode subir uma inclinação maior que 40º, escalando até 1º de 1,2 m e atravessar uma trincheira de 2 m usando sua própria capacidade de tomar decisões. A habilidade de cruzar uma trincheira é especialmente interessante: os pneus ou largatas do tanque de guerra robôtico são montados de tal modo que possam cair e dar apoio ao veículo enquanto cruza um buraco. Se automontando com largatas sobressalentes através de braços robôticos que são ejetados de dentro dos seus casulos.

A sua blindagem abragem cinco tipos de de materiais ultra-resistentes resistentes:

-tijolos de cerâmicas com espaços vazios para a condensação dos gazes, urãnio empobrecido, blindagem de titânio, aço e cobre entrelaçado, fibra de carbono.

Especificações do tanque de guerra robôtico:

•peso do veículo vazio: 5.990 kg
•carga máxima: 3.600 kg
•comprimento: 510 cm
•largura: 260 cm
•altura (imaginando distância do chão de 41 cm): 152 cm
•distância do chão: 0 a 76 cm
•diâmetro do pneu: 125,7 cm
•velocidade máxima: 42 km/h, em menos de 7 segundos
•volume de carga (em duas cavidades internas): 1,6 m3
•modos de possíveis controle:
*IA(INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL)

As especificações de tamanho e peso significam que um único avião cargueiro C-130H pode transportar dois tanque de guerra robôtico em batalha em qualquer lugar no mundo. Em jeneiro de 2011, tanque de guerra robôtico foi equipado com um suporte Mini-Tufão Rafael que abriga um metralhadoras de diversos calibres,mísseis "inferno de fogo" ,canhões de diversos calibres ou lançadores de Sidewinder,tomawak,patriot etc... apontando para a possibilidade que os papéis de combate possam se tornar um foco proeminente no desenvolvimento da tecnologia de última geração.

O programa de Sistemas de Combate do Futuro do Exército americano (SCF) pretende gastar em torno de US$ 1 trilhão e quinhentos bilhões em modernização expandindo os papéis dos robôs de campo de batalha. O SCF procura rôbos-mulas que possam carregar cargas para tropas em terrenos acidentados e veículos não-tripuláveis muito maiores para reconhecer áreas e patrulhar fronteiras, enviando informações cruciais de volta a tropas. DAQUI Á DEZ ANOS AS TROPAS DE INFANTARIA SERÃO SUBISTITUIDAS PELOS TANQUES DE GUERRA NÃO TRIPULASDOS,DRONES DE COMBATE SUBSTITUIRÃO OS CAÇAS BOMBARDEIROS TRIPULADOS,E OS ROBÔS VIGILANTES PATRULHARÃO AS FRONTEIRAS COM LEITORES DE 1.200 PONTOS FACIAIS INCLUINDO RETINA.

BEM VINDOS AO VORTEX DO TEMPO E ENTREM NOS MULTIVESSOS DA ALTA TECNOLOGIA MILITAR NO BLOGGER INTELIGÊNCIA SENSÍVEL...!

domingo, 15 de maio de 2011

Aviões espiões e satélites espiões; lasers químicos, feixes de partículas "dardos de energia", aviões espaciais militares.











Não deveria nos surpreender que os países estejam sempre de olho no que os outros países estão fazendo. Normalmente, essas atividades de vigilância passam despercebidas pelo público geral - obviamente, missões de reconhecimento não são muito divulgadas.

avião de vigilância altamente sofisticado, o EP-3E ARIES II (Airborne Reconnaissance Integrated Electronic System II - Sistema Aéreo Eletrônico Integrado de Reconhecimento II) e ver como ele coleta informações.
Escuta
Oficiais militares comparam o EP-3E a um aspirador de pó no céu, utilizando equipamento moderno para sugar comunicações eletrônicas como chamadas telefônicas, e-mail, sinais de relay avião-base, fax e transmissões via satélite Basicamente, a principal função de um avião de vigilância é escutar áreas alvo em segredo, processar o que encontrou e enviar a informação para os comandantes militares americanos.

O EP-3E é equipado com alguns dos mais avançados equipamentos de vigilância do mundo. A maioria dos sistemas do avião é confidencial, mas existem algumas informações conhecidas sobre o equipamento de vigilância.

Imagem cedida pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos
Um radome é anexado à barriga do avião espião

O avião é equipado com sensores, receptores e antenas parabólicas para capturar os sinais eletrônicos. Existem dois compartimentos, um no topo do avião e outro sob ele, que abriga as antenas. O EP-3E também é equipado com uma antena de radar AN/APX-134 e um radome, que estão localizados em um compartimento de carga especialmente modificado, segundo o site GlobalSecurity.org (em inglês). O radome é um compartimento em forma de cúpula localizado embaixo do avião. Ele abriga a antena de radar e é transparente à radiação de radiofreqüência.

O avião e a tripulação
Nos anos 90 a marinha converteu 12 Lockheed-Martin (em inglês) P-3Cs em aeronaves EP-3E ARIES II. Esses novos aviões foram projetados para substituir o ultrapassado ARIES I, que foi construído no final dos anos 60 e início dos anos 70. As modificações no EP-3E começaram em 1996 e a última aeronave foi entregue em 1997. Os EP-3Es têm sido usados para reconhecimento em auxílio a diversas operações militares, incluindo as forças da OTAN na Bósnia e forças conjuntas na Coréia.

O EP-3E possui quatro motores turbopropulsores Allison T56-A14, cada um gerando 4.900 cavalos de força no eixo para empurrar o avião em uma velocidade de cruzeiro de cerca de 550Km/h. Os quatro propulsores, Hamilton-Standard 54H60-77s de quatro lâminas, convertem o cavalo de força do eixo do motor em propulsão. O avião é construído com cinco tanques de combustível, quatro tanques de asa e um tanque auxiliar, que é um tanque em estilo de uma bexiga localizado na fuselagem mais baixa.
EP-3E Aries II
Envergadura de asa

30,36 metros
Altura

10,42 metros
Comprimento

32,28 metros
Motores

4 motores turbopropulsores Allison T56-A14
Tripulação

24 passageiros
Alcance

4828 km ou 12 horas
Velocidade máx.

350 nós - 648 Km/h

O avião que não possui armas é operado por uma tripulação de 24 pessoas: são três pilotos, um navegador, três analistas táticos, um engenheiro de vôo, operadores de equipamento, técnicos e mecânicos. O avião possui 19 postos para a tripulação e uma capacidade total de 24 assentos .
Para maiores informações sobre o EP-3E Aries II e tópicos relacionados, confira os links na próxima página.

O que é um avião espião controlado à distância?

Os aviões espiões normalmente são lembrados como voando em altas altitudes, saindo de algum lugar secreto. Contudo, as forças armadas norte-americanas usam algo muito similar em conceito ao aeromodelo rádio-controlado. O que torna esses aviões não-tripulados tão especiais é que voam por controle remoto, a até 145 km/h, a uma altitude de até 3.700 metros. Eles usam um sistema de telemetria engenhoso: um piloto no solo senta-se à frente de um painel de controle muito parecido com a cabine do piloto de um avião normal! O piloto pode controlar o avião com os instrumentos exatamente como faria se estivesse pilotando um avião de tamanho normal.

Veículo aéreo não-tripulado Pioneer

O Veículo Aéreo Não-Tripulado (UAV, Unmanned Aerial Vehicle) pode ser lançado sem uma pista de decolagem, com uma decolagem assistida por foguete (RATO). Então, um motor Sachs de dois cilindros refrigerado a ar assume com 26 cavalos de potência.

Motor propelido por impulsor Pioneer

O Pioneer normalmente aterrissa em uma pista de 914 m e pode decolar em uma de 365 m, sem usar o foguete auxiliar. Quando o avião é lançado de um navio com um foguete, o controlador o recupera fazendo ele voar para dentro de uma rede de recuperação na popa de uma embarcação.
Uma cápsula aerodinâmica dotada de câmera com zoom remotamente controlado na parte inferior do avião filma em tempo real e produz imagens em infravermelho em incursões noturnas:

Câmera do Pioneer

As imagens são transmitidas à estação de solo por meio de um transmissor de Banda C/LOS. O Pioneer transmite uplinks tanto por meio de Banda C/LOS quanto UHF.

Antena de UHF do Pioneer

O Pioneer também pode ser usado para detectar ameaças atmosféricas como radiação, produtos químicos e condições climáticas. Os aviões podem ser desmontados em cerca de cinco minutos para embarque em uma aeronave tripulada e uma variedade de embarcações.
No solo ou a bordo do navio, um piloto faz a decolagem e a aterrissagem. Outro piloto faz o vôo real. Tudo por instrumentos, incluindo um medidor de combustível de leitura à distância. O sofisticado sistema eletrônico tem seu próprio dissipador de calor montado externamente, mostrado à esquerda:

Dissipador de calor no Pioneer

O que é um satélite espião e o que ele consegue espionar?

Os satélites de reconhecimento "KH" (buraco da fechadura, do inglês keyhole) classe-espião, nomeado de Kennan, orbitaram à Terra por mais de 30 anos. Normalmente, são usados para tirar fotografias aéreas para missões militares. A grande pergunta que muitas pessoas fazem é: "O que eles conseguem ver?" Um KH-12 é um satélite de US$ 1 bilhão que se assemelha ao telescópio espacial Hubble, exceto pelo fato de que ele está observando nosso planeta. Por questões de segurança, não há documentos publicados sobre a órbita da espaçonave de imagens. A eles são adicionados satélites de imagem por radar da classe Lacrosse de 15 toneladas.

Você pode pensar em um satélite KH como uma gigantesca câmera digital em órbita com uma lente incrivelmente grande. Os satélites de reconhecimento de imagens ópticas utilizam um CCD (charge-coupled-device - dispositivo de carga acoplado) para obter imagens que formem uma fotografia digital a ser transmitida à Terra de uma altitude de aproximadamente 322 quilômetros. Uma vez que os satélites estejam em órbita, eles não conseguirão pairar sobre uma determinada área ou produzir um vídeo em tempo real de um único local.

Os satélites geralmente são colocados em várias órbitas secretas pelos ônibus espaciais da NASA ou pelos foguetes Titan 4, e controlados pelo NRO (site em inglês - National Reconnaissance Office - Escritório Nacional de Reconhecimento), com sede em Chantilly, Va, EUA. As imagens digitais dos satélites são analisadas, manipuladas e combinadas por computadores poderosos na NGIA (site em inglês - National Geospatial-Intelligence Agency - Agência Nacional de Inteligência Geoespacial).
As imagens em preto e branco são usadas pelas comunidades civis e militares. Muitos dos detalhes sobre essa classe de satélites permanecem protegidos, mas sabe-se que a qualquer momento pode existir alguns deles lá em cima . Eles possuem uma resolução de imagem de 5-6 polegadas, o que significa que conseguem ver propriedades de 5 polegadas ou mais no solo. Esses satélites provavelmente não conseguem ler o número da sua casa, mas conseguem dizer se há uma bicicleta no seu quintal.

Os satélites Corona, os primeiros a fazerem o mapeamento da Terra a partir do espaço, tinham uma resolução de imagem de 6 pés. Esses satélites foram construídos por Lockheed Martin sob contrato com a CIA e a Força Aérea dos Estados Unidos, de 1960 a 1972, e, supostamente, lançados mais de 100 vezes.
Os analistas de mapeamento podem utilizar os dados do satélite para criar imagens tridimensionais de formações e estruturas do solo na Terra. Essas imagens podem fazer parte de uma negociação, enquanto os países tentam acabar com a guerra. Ou, então, como no caso do programa de televisão, as imagens podem comprovar que a promessa oficial de um governo estrangeiro sobre alguma atividade em terra não é verdadeira. A mesma tecnologia também é usada para visualizar potenciais rotas de fuga da atividade criminosa. Dizem que também foi utilizada para observar a zona vulnerável de um ônibus espacial em órbita para verificar a ausência das placas cerâmicas, necessárias para a reentrada.

Nos Estados Unidos, a Base da Força Aérea de Vandenberg, na Califórnia, foi o principal local de lançamento de muitos satélites de observação durante a Guerra Fria e continua sendo até os dias atuais. Alguns satélites antigos tinham cápsulas a bordo para retornar rolos de filme à Terra. Os rolos eram apanhados no ar pelas tripulações da Força Aérea sobre o Oceano Pacífico. Desde 1958, os satélites especiais eram construídos por Lockheed Martin, e recentemente, a Boeing assinou contrato com o National Reconnaissance Office.

Como funciona a tecnologia stealth?

O artigo Como funciona o radar fala sobre os princípios básicos de um sistema de radar. A idéia é a antena de radar enviar uma rajada de energia de rádio que será refletida de volta por qualquer objeto que eventualmente encontre. A antena de radar mede o tempo que leva para o reflexo chegar - com essa informação pode dizer a que distância o objeto está.

O corpo de metal de um avião é muito bom para refletir sinais de radar e isso facilita encontrar e rastrear aviões.
O objetivo da tecnologia stealth é fazer um avião invisível ao radar. Há duas maneiras diferentes de criar invisibilidade:

* o avião pode ser configurado de modo que os sinais de radar sejam refletidos para longe do equipamento de radar;
* o avião pode ser revestido de materiais que absorvem sinais de radar.

A maior parte das aeronaves convencionais tem formato arredondado. Esse formato as torna aerodinâmicas, mas também cria um refletor de radar muito eficiente. A forma arredondada significa que não importa onde o sinal de radar atinge o avião, uma parte do sinal acaba refletida de volta:
Airplane stealth

Uma aeronave stealth, por outro lado, é composta inteiramente de superfícies planas e bordas muito agudas. Quando um sinal de radar atinge um avião stealth, o sinal reflete para longe em ângulo, desta maneira:
Stealth technology

Além disso, as superfícies de uma aeronave stealth podem ser tratadas de modo que possam também absorver energia do radar. O resultado final é que uma aeronave stealth como um F-117A pode ter a leitura no radar de um pequeno pássaro, em vez de um avião. A única exceção é quando o avião se inclina lateralmente - muitas vezes haverá um momento em que um dos painéis do avião refletirá com perfeição a rajada de energia do radar de volta para a antena.

Antes da Primeira Guerra Mundial era quase uma necessidade os exércitos defenderem sua base, dominando seus oponentes em cima de uma colina, para conseguir ganhar as batalhas. Conseguir uma localização mais alta deu aos exércitos no topo da colina a vantagem de abater o exército oponente, que tinha que subir uma colina e, ao mesmo tempo, se defender das balas. Historicamente, os exércitos com a vantagem de estarem no ponto mais alto sempre venceram mais vezes.

A nova base alta é o espaço. Os Estados Unidos, atualmente, usam o espaço de modo passivo durante um combate; portanto, vamos olhar para o espaço primeiramente por esse ângulo.

Em 1991, os Estados Unidos e seus aliados usaram uma tecnologia de satélite sofisticada para localizar alvos iraquianos durante a Guerra do Golfo Pérsico. Satélites inteligentes forneceram às forças americanas uma visão sem precedentes do campo de batalha, mostrando todos os movimentos que os iraquianos faziam durante a guerra. Com a vasta extensão da paisagem deserta para fornecer visibilidade, as imagens do satélite tornaram-se a principal fonte de informações sobre o exército iraquiano.

Os satélites também foram uma ferramenta valiosa para o desdobramento das tropas durante a Guerra do Golfo Pérsico. Uma constelação de satélites orbitando a Terra, conhecida como Sistema de Posicionamento Global (GPS), foi usada pelos soldados no solo para determinar sua localização. Esses 24 satélites forneceram a longitude, latitude e altitude dos soldados americanos portando receptores GPS no campo de batalha. O deserto aberto era o local ideal para usar os satélites GPS, porque existiam muito poucos objetos naturais ao redor para interferir com os sinais dos satélites. Em combinação com as imagens dos satélites espiões que estavam rastreando as tropas inimigas, o GPS deu aos Estados Unidos e seus aliados a vantagem de saber exatamente onde posicionar suas tropas para tirar o máximo proveito da situação.

A próxima fronteira no espaço é muito mais ativa: sistemas de armas com satélites projetados para derrubar mísseis nucleares.

Em maio de 1983, Reagan propôs sua Iniciativa de Defesa Estratégica (SDI), agora denominada Defesa contra mísseis balísticos, que exigia satélites equipados com laser para derrubar mísseis balísticos intercontinentais (ICBM). Os ICBMs têm um alcance de mais de 10.000 km. A essa distância, um ICBM disparado da Coréia do Norte poderia atingir facilmente Honolulu ou Los Angeles. O SDI de Reagan, também conhecido como "Guerra nas Estrelas," foi projetado para fornecer um guarda-chuva de proteção contra ataques de mísseis. Os satélites do SDI iriam rastrear um míssil a partir do lançamento e o derrubariam com lasers antes mesmo de o míssil deixar o espaço aéreo do país do qual foi lançado. O trabalho sobre o laser baseado no espaço da Defesa contra Míssil Balístico está em andamento, apesar de algumas críticas internacionais. O projeto continuou a receber US$ 4 bilhões por ano e, recentemente, recebeu um orçamento extra de US$ 6,6 bilhões no ano de 2005.

O Comando Espacial dos Estados Unidos não esconde o fato de que quer estabelecer a supremacia americana no espaço. Em seu relatório Visão para 2020, o Comando Espacial enfatiza que as forças militares sempre incentivaram a proteção dos interesses nacionais, tanto militares como econômicas. O relatório sugere que as armas espaciais devem ser desenvolvidas para proteger os satélites americanos e outros veículos espaciais, enquanto os outros países desenvolvem a capacidade de lançar naves espaciais. Em 1997, o secretário assistente da Força Aérea do Espaço, Keith R. Hall, disse: "com relação ao domínio do espaço, nós o temos, gostamos dele e pretendemos conservá-lo".

O Pentágono falou que à medida que as empresas espaciais começarem a ganhar vantagens comerciais, haverá aqueles que tentarão tirar algum lucro atacando aquelas empresas espaciais. Veja abaixo algumas armas espaciais atualmente em desenvolvimento:

* lasers químicos;
* feixes de partículas;
* aviões espaciais militares.

Existem, pelo menos, 3 sistemas a laser sendo desenvolvidos para armas baseadas no espaço e na terra. Os 3 são um tipo de laser químico que envolve a mistura de químicas dentro da arma para criar o feixe de laser. Embora o sistema a laser baseado no espaço ainda tenha que esperar, aproximadamente, 20 anos para ser lançado, existem 3 lasers sendo considerados, incluindo o fluoreto de hidrogênio (HF), o fluoreto de deutério (DF) e o iodo oxigênio químico (COIL).

Desenho artístico de como um satélite equipado com laser espacial desenhado pela TRW dispara um laser em um míssil balístico de longo alcance

Em um relatório de 1998, com o título Armas a laser no espaço: uma avaliação crítica, o tenente coronel William H. Possel, da Força Aérea dos Estados Unidos, comparou o funcionamento do sistema a laser de fluoreto de hidrogênio com o modo como um motor de foguete funciona. O flúor atômico reage com o hidrogênio molecular para produzir moléculas excitadas de fluoreto de hidrogênio. Essa reação cria um comprimento de onda entre 2,7 e 2,9 microns. Nesse comprimento de onda, o feixe de laser de fluoreto de hidrogênio seria absorvido pela atmosfera da Terra, o que significa que ele deverá ser usado no "combate espaço a espaço" como parte do programa de laser baseado no espaço. A Organização de Defesa contra Míssil Balístico já demonstrou um laser de fluoreto de hidrogênio com potência em megawatts em um ambiente espacial simulado.

Um outro laser, similar ao sistema de fluoreto de hidrogênio, é o sistema laser de fluoreto de deutério. Em vez de usar o hidrogênio molecular, o deutério é usado para reagir com o fluoreto atômico. Como os átomos de deutério têm mais massa do que os átomos de hidrogênio, esse laser tem um comprimento de onda de, aproximadamente, 3,5 microns e pode transmitir melhor através da atmosfera. Em 1980, a TRW (em inglês) demonstrou um laser de fluoreto de deutério chamado Laser Químico Avançado Infravermelho Médio (MIRACL), que pode produzir mais de um megawatt de potência. Esse tipo de sistema a laser foi usado em testes para abater um foguete na Base de Mísseis de White Sands, em 1996.

O terceiro tipo de laser químico que poderá ser usado na defesa contra mísseis balísticos é o laser de iodo de oxigênio químico (COIL), que foi apresentado em 1978. Nesse sistema a laser, uma reação gerada entre o cloro e o peróxido de hidrogênio excita átomos de oxigênio que transferem sua energia aos átomos de iodo. Essa transferência de energia faz com que os átomos de iodo fiquem excitados, criando um laser com um comprimento de onda de, aproximadamente, 1,3 microns, menor do que os 2 lasers mencionados anteriormente. Esse comprimento de onda menor significa que uma ótica menor pode ser usada para desenvolver um sistema de laser baseado no espaço. Em 1996, a TRW testou um laser COIL que produziu um feixe com centenas de kilowatts de potência e durou vários segundos. Até agora, esse é o mais promissor dos lasers baseados no espaço em desenvolvimento.

Um dos problemas com lasers baseados no espaço é que eles teriam que ser fixados a um satélite em movimento quando fossem tentar atingir um outro objeto em movimento a milhares de quilômetros por hora. Imagine, a bordo de um jato supersônico, tentar atirar em um pássaro. O laser e o objeto a ser atingido estariam viajando em velocidades diferentes, tornando o tiro quase impossível. Essa é a razão por que o Departamento de Defesa dos Estados Unidos também está considerando uma arma de feixe de partículas, que seria capaz de disparar feixes de partículas subatômicas, muito perto da velocidade da luz, em um alvo militar. Se um feixe pudesse ser disparado a essas velocidades, ele deveria, de qualquer modo, congelar o objeto alvo.

A arma de feixe de partículas seria capaz de gerar uma potência muitas vezes mais destrutiva do que qualquer laser em desenvolvimento. Essa arma seria composta, essencialmente, de duas partes: uma fonte de potência e um túnel de aceleração. Se uma arma de feixe de partículas funcional pudesse ser construída, usaria sua fonte de potência para acelerar elétrons, prótons ou átomos de hidrogênio através do túnel, o qual concentraria essas partículas carregadas em um feixe que seria disparado no alvo.

Os "dardos" de energia disparados da arma de feixe de partículas entrariam nos materiais do alvo, passando a energia para os átomos que compõem o alvo. Esse impacto seria como uma bola branca de sinuca atingindo um grupo de bolas na mesa de bilhar. O aumento rápido da temperatura do objeto alvo faria o objeto explodir em questão de segundos após o impacto.

O maior obstáculo no desenvolvimento da arma de feixe de partículas funcional tem sido a criação de uma fonte de potência que seja leve o suficiente para ser colocada no espaço e que possa produzir milhões de eletro-volts de potência e dezenas de megawatts de potência do feixe. Uma estação de potência convencional seria capaz de atender essas exigências de potência, mas seria grande demais para colocar em órbita. Até agora, os cientistas não foram capazes de desenvolver uma fonte adequada e de baixo peso que possa atender essas exigências.

O avião espacial X-33 pode ser usado para combate militar no espaço
Uma terceira arma espacial em desenvolvimento é o avião espacial militar. Um acordo mútuo entre a NASA e a Força Aérea está tentando desenvolver um avião espacial denominado X-33. Embora o presidente Clinton tenha vetado a parte da Força Aérea do avião espacial militar em 1998, a NASA continuou o desenvolvimento por razões não militares. Se a Força Aérea tivesse que retomar o desenvolvimento do avião espacial em uma data posterior, poderia usar o veículo para controlar o espaço tanto ofensiva como defensivamente.

Atualmente, existem vários acordos internacionais proibindo a colocação de tais armas no espaço. Um desses acordos é o "Tratado do Espaço Exterior", de 1967, que engloba o espaço exterior, a Lua e outros corpos celestes. O único furo desse tratado é que ele não fala nada a respeito da área imediatamente acima da Terra, onde a maioria dos satélites fica em órbita. No entanto, o tratado proíbe a colocação de armas nucleares ou outras armas de destruição em massa, na órbita da Terra. Mas, a questão é: as armas a laser ou de feixe de partículas são de destruição em massa? O tratado ainda proíbe a construção de bases e fortificações militares em qualquer corpo celeste, inclusive a Lua.

Em novembro de 1999, 138 membros das Nações Unidas votaram para ratificar o Tratado do Espaço Exterior. Somente os Estados Unidos e Israel abstiveram-se do voto. Com base nesse voto, que sustentou o veto às armas no espaço, parece que as armas espaciais permanecerão suspensas, por enquanto. Sendo assim, pensamentos a respeito de armas do tipo Estrela da Morte e aviões de combate X-Wing, combatendo a milhares de quilômetros no espaço, terão que esperar um bom tempo.